ontem... hoje... agora... só amanhã...
 
Fotolog!
Café!
Blig!

a long long time ago..


Domingo, Dezembro 03, 2006

   
A resposta veio à cavalo, digo, rápida, por e-mail...
E quando tudo parecia perdido, 46 minutos depois de eu ter postado aki, recebo uma ligação!
Fael - Alô!
Pitty - Oi Fael, aki, mandei um resumo de cada autor para o seu e-mail.
Fael - Oh, obrigado!
Pitty - De nada chu, bjinho, boa sorte!

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 6:14 PM - Hã?


Sábado, Dezembro 02, 2006

   
15 SEGUNDOS - Rafael Munduruca



Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
rafa

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
o q q eu faço

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
tenho uma prova fudida amanhã

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
não fui nas aulas

Rafael FB - "Meu coração, tambor oculto, percurte acordes dolorosos" (Baudelaire) diz:
faz em q?

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
nem estudei

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
num sei nem o q vai cair

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
tomei um ice

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
a prova eh as 10

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
estudo ou não

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
é muita coisa

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
num da pra ler nem um terço

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
como enrolarei amanhã!?

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
oh meo deos

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
rs

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
um atestado por favor

Faelétrico - Casa Nova!!! Lar, Doce Lar!!! diz:
pode ser o de burrice
posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 12:17 AM - Hã?


Quinta-feira, Novembro 23, 2006

   
EXCESSOS - Rafael Munduruca



Quanta angústia... o peito está prestes a explodir! Ou será a cabeça? A melodia explode nas caixas de som do computador e incomodam. Deveriam relaxar. Acho que o maldito cantor escolheu a hora errada para cantar! Quanto projeto, quanta proposta, preciso de ar. Nadarei até a superfície. Espero não me afogar no caminho. Estou sendo bombardeado. Como eu adoro isso. Notícias boas! Quanta confusão. Quero sair mas não consigo. Meu corpo não deixa. Corpo e mente não trabalham juntos! Idiotas. Credo! Parecem sol e lua, se amam mas não se encontram. Eterna perseguição. Um brilha para o outro, na ilusão de um dia se encontrarem. Subirem à rua, e no ponto mais alto, na torre mais alta, uma alteração de sentidos. Um estremecer. Quero sentir o cheiro da Dama da Noite. Quero brisa suave. Hummm... Que delícia! Chocolate! Excesso de Falta. Por favor, pisoteiem minhas costas. Necessito de uma massagem. Afagos. Algo que não deteriore, que fique marcado na minha pele, impresso na minha memória, se agregue à minha alma. E me liberte!

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 11:26 PM - Hã?


Sábado, Novembro 18, 2006

   
CALORAL - Rafael Munduruca



E eu senti o frescor daquela água subindo... aquela água jogada na rua... naquela rua de pedras... naquela rua de pessoas tão velhas como aquelas pedras.
O senhor de cabelos brancos, corpo ligeiramente curvo, dedos finos e pele enrugada atravessa a rua. Ágil para sua idade. Será que um dia serei assim?
A mãe da minha avó morreu terça. Chorei. Sorri. Deixou de sofrer. É estranho pensar que avó tem mãe e que mãe tem vó. Uma tristeza coletiva espalhada. Perdi a canja. Um lamento.
O dia esta quente, aquela água teria sido melhor aproveitada se jogada na minha cara. Preciso de um banho de realidade. Desses que assustem e depois refresquem. O licor refresca. Detesto essa fuga banal e doce. Ouço Bebel perguntando "O que vai ser?"... o estabilizador me atormenta... Fui enganado! A loja disse que era problema da tomada. O nariz deles. O nariz de porco. A tomada. Que idiotice.
Meu corpo esta submerso nesse infernor caloral. Sinto como se pudesse nadar por essas ondas de fogo. O ar parece faltar. Minhas dobras estão úmidas, estou grudento. Isso é desagradável.
A garrafa esta vazia, os copos também. O lixo cheio. São papéis da porra. O que me faz masturbar tanto? A cadeira esta desajeitada. O que mais me dá raiva é o tanto que ela riscou o chão. Pior que a idiota da cadeira não risca o chão sozinha.
No msn um idiota faz uma pergunta que não se faz. Respondo com uma resposta que não se dá. Às vezes dá prazer ser sádico.
Tomarei sorvete antes que ele derreta!

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 4:36 PM - Hã?


Quarta-feira, Agosto 23, 2006

   
PEÇA CORAÇÃO - Heiner Müller



Um - Posso pôr meu coração a seus pés.
Dois - Se não sujar meu chão.
Um - Meu coração é limpo.
Dois - É o que veremos.
Um - Eu não consigo tirar.
Dois - Você quer que eu ajude?
Um - Se não incomodar.
Dois - É um prazer para mim. Eu também não consigo tirar.
Um - (Chora)
Dois - Vou operar e tirar para você. Para quê que eu tenho um canivete. Vamos dar um jeito já. Trabalhar e não desesperar. Pronto ¿ aqui está. Mas isto é um tijolo. Seu coração é um tijolo.
Um - Mas ele bate por você.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 1:36 PM - Hã?


Sábado, Agosto 19, 2006

   
Caros Clientes...

Pedimos desculpas pela falta de variedades em nosso menu nos últimos13 dias. Saiba que estamos sempre trabalhando para melhor atende-los e oferecer um cardápio variado e saboroso. Passamos horas e horas em nossa cozinha experimental testando novas receitas para oferecer o que há de melhor na cozinha contemporanea. Nosso novo prato principal, que vem sendo ensaiado a meses, atende pelo nome de "Café". Para degustá-lo basta pedir aqui. Aliás, Café tem sido principal ingrediente, a matéria prima de nossa cozinha. São receitas variadas, com os mais espetaculares sabores. Uma delas trabalha com as tradições mineiras. Outra trata de um teste de degustação em praça pública. Outra ainda, uma revista com diferentes receitas de Café. Por falar nessa nossa nova especialidade, segue uma das receitas publicadas na revista. Bom apetite.

Mais que Patrimônio, uma Paixão


Reflexões acerca do Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro me vieram à mente quando questionava se o cafezinho fazia parte desse tipo de patrimônio - produto presente no cotidiano dos brasileiros, importante para economia do país e participante do Café com Papo. Descobri que os órgãos de cultura de nosso país estão se ocupando da catalogação de bens e produtos culturais, estando registrados o círio de Nossa Senhora de Nazaré em Belém, os ofícios das paneleiras em Goiabeiras e das baianas de acarajé em Salvador, o modo de fazer a viola de cocho e o Jongo do sudeste. E também o queijo minas artesanal (Lei Estadual nº. 14.185, de 31 de janeiro de 2002), entre outros.
Para a Unesco, o Patrimônio Cultural Imaterial são "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas e também os instrumentos, objetos, artefatos e lugares que lhes são associados. As comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos que se reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural". Ele "é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana".
Mas ainda assim queria saber sobre o café.
Foi aí que recebi um e-mail de Marcus Vinícius Carvalho Garcia, Gerente de Identificação Substituto do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan, que tentando sanar a minha dúvida procurou não nomear este ou aquele produto como pertencentes ao patrimônio cultural nacional, mas reconhecendo que "há uma dimensão afetiva nas ritualizações em torno do café - o nosso famoso "cafezinho" como sinônimo de abertura para um bom papo, uma recepção, um tempo de pausa, de descanso, etc. - sobre a qual se assenta uma importância, um certo valor na cultura brasileira".
Então, você leitor, questiona: o que afinal de contas todas essas afirmações sobre Café e Patrimônio Cultural Imaterial estão fazendo em uma revista temática sobre "Esporte e Comunicação"? A resposta é muito simples e vem seguida de uma outra pergunta: e o nosso futebol?

Antes, mais um breve histórico. Segundo o Iphan, a identificação dos bens culturais imateriais deveria se dar a partir de sua relevância para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira. É fundamental a continuidade histórica desses bens, que se transformam em referências culturais para as comunidades que os mantêm e praticam. Desde que o nosso futebol passou a existir, a partir da interação com os ingleses, tornou-se uma referência mundial. É motivo de união e interação, colocando lado a lado pessoas de classes sociais distintas ligadas por uma mesma paixão.
Inegavelmente o futebol faz parte da memória de grande parte dos brasileiros. É mais fácil um cidadão desse país se lembrar da escalação da seleção em determinada copa (evento que acontece a cada quatro anos) do que a escalação de ministros de determinado mandato (evento com cerca de quatro anos de duração). A pelota está nos pés de todos. A transmissão do saber futebolístico é feita de geração a geração. Mal a criança nasce e já é estimulada a vivenciar o futebol.
Surgem dessa vivência, dessa memória, profissionais do esporte que se tornam mitos. Temos no Brasil o que nos países asiáticos é chamado de "Tesouros Humanos Vivos", figuras que para nós são mestres na produção dessa cultura: Pelé, Zico, Ronaldo, Roberto Carlos, Ronaldinho, entre tantos e tantos outros.
Para Roberto da Matta, não é possível fazer Ciências Sociais no Brasil se ignorarmos o futebol. E, para mim, não é possível falar de cultura nacional, de patrimônio cultural imaterial, sem falarmos do nosso futebol.

Bibliografia Consultada
www.iphan.gov.br - Revista Os sambas, as rodas, os bumbas, os meus e os bois ¿ A trajetória da salvaguarda do patrimônio imaterial no Brasil. Maio de 2006. - Revista Mediação ¿ Mídia/Futebol. 4 de dezembro de 2004 - LÉVI-STRAUSS, C. O Encontro do Mito e da Ciência. In: LÉVI-STRAUSS, C. Mito e Significado. Lisboa: Perspectivas Do Homem, edições 70, 1978. p. 17-25. - GUERRA, M. Você ouvinte é a nossa meta. Rio de Janeiro: UFRJ/ECO, 200. p. 53 -72.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 3:32 PM - Hã?


Domingo, Agosto 06, 2006

   



ALMODÓVAR, Pedro
Fogo nas Entranhas
Rio de Janeiro
Editora Dantes
2000
124 páginas



SEMPRE LIVRE

O vencedor do Oscar, por Tudo Sobre Minha Mãe, Pedro Almodóvar é conhecido pelo seu estilo próprio e inusitado. Em suas histórias o absurdo sempre se torna possível, e acontece naturalmente. Com histórias fortes e surpreendentes, Almodóvar ficou conhecido ao ousar nas cores e na forma como conduz suas personagens no cinema levando-os sempre a um final forte e surpreendente. Em sua primeira experiência pela literatura, as coisas não são diferentes.
Fogo nas Entranhas é um livro picante. Com capítulos curtos e objetivos o livro inicia traçando duas histórias paralelas, a do chinês Cho Ming Ho e a da madrilenha Raimunda. Cho veio para Madri após perder sua família, lá encontrou-se como industrial, dono de uma fábrica de absorventes intímos, que lhe rendeu fama e fortuna. Amante de "xoxotas" - para usar uma expressão do livro - ele vê as mulheres como um mal necessário, pois é através delas que ele pode se aproximar do seu objeto de desejo. Raimunda mora com sua tia-avó, já tentou ser freira, mas seus questionamentos com relação à vida religiosa eram maiores que sua vocação.
Cho é, ao longo de sua vida, rejeitado por todas aquelas que ama, e vai tornando-se amargurado e vingativo. Sua vida acaba se cruzando com a de Raimunda, que torna-se uma das funcionárias de sua fábrica e outra de suas amantes. Com ela, as coisas não são diferentes, apaixonada por Julio ela abandona o chinês para se casar, levando o magnata ao seu grand finale, criar um absorvente que transforma as mulheres em escravas do desejo.
Almodóvar às vezes se detêm a detalhes de pouca relevância e rejeita questões importantes na história. A construção dinâmica dos 25 capítulos não o permite aprofundar muito nos perfis psicológicos das personagens. Ele ganha pontos positivos ao utilizar uma linguagem simples e direta. É possível imaginar cada cena, sentir os cheiros e sabores, o tesão e os horrores.
A todos aqueles que ousarem ler Fogo nas Entranhas, fica aqui um conselho: cuidado para não se contaminarem com a epidemia sexual disseminada pelo chinês, você pode não conseguir se salvar. Ou, talvez você nem queira.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 4:17 PM - Hã?


Sábado, Agosto 05, 2006

   
Sobremesa
Chico Science & Nação Zumbi



Walking in the morning sun, my pockets are empty now.
Don't have anything, only dirty black boots.
And little flower in my hands, looking to the city.
Cabs, building, people, a rocket blows in the sky, my mind flies.
Borboletas se equilibram no espaço.
Um muro velho em minha face.
Uma cadeira flutua num espiral.
Flores em minha camisa numa tarde no bairro.
E enquanto caminho nas ruas da cidade,
lembro que uma sobremesa me espera em casa.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:13 PM - Hã?


Quinta-feira, Agosto 03, 2006

   
1º Ato!



Mundo Perfumado

Quem quer ir comigo?

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 8:39 PM - Hã?


Quarta-feira, Agosto 02, 2006

   
Zona Cultural ... trabalho de Texto para Novas Mídias.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 10:39 PM - Hã?


 
Sobre o filme "Quem somos nós?"



O melhor remédio para insônia sempre foi um filme de divulgação científica. Cenas paradas, o pesquisador falando termos técnicos - que até o Aurélio desconhece - como se fossem parte do nosso bate-papo diário. Afinal, quem conseguia assistir aquilo?
Acredito que pensando exatamente nisso, os criadores de "Quem somos nós?" (What the bleep do we know?) resolveram inovar. Pegaram um liquidificador, juntaram animação, documentário e ficção, bateram com um pouco de drama e humor e eis que surge a versão pós moderna de Alice no País das Maravilhas. Só que no caso, nossa Alice chama-se Amanda.
Existe uma frase que sintetiza bem o que tenta ser este filme - profundo sem ser complexo. O tema é um tanto quanto denso. Explicar física quântica aplicada ao dia-a-dia não é nada fácil, principalmente para um público leigo. Mas não há pessoa que assista ao filme e saia de lá dizendo que não entendeu pelo menos alguma coisa em relação as realidades em que vivemos, ou as sinapses cerebrais, ou o porque de nossas diversas compulsões, ou ainda que palavras tem poder (vide o caso dos experimentos com a água exibidos no metrô), entre tantos outros tópicos.
É fato que o filme usa e abusa de efeitos especiais, chegando a parecer em certos momentos um catálogo de Hollywood, mas é com esses muitos efeitos que o filme consegue deixar clara muitas de suas idéias, respaldadas ainda pela visão de diversos especialistas. O fato de haver uma personagem principal, que serve de coluna cervical para a história conquista o espectador na ânsia pelo desfecho, tornando o aprendizado num entretenimento divertido e prazeroso.
O que resta saber é se a física quântica se resume ao que foi explicitado no vídeo ou se aquela é apenas uma das inúmeras possíveis visões e interpretações da relação do homem com o universo, e das micro partículas, recheadas de nada, que compõe ambos.

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 10:35 PM - Hã?


Domingo, Julho 30, 2006

   


Hoje é domingo,
pé de cachimbo,
o cachimbo é de ouro,
bate no touro,
o touro é valente,
bate na gente
agente é fraco,
cai no buraco,
o buraco é fundo,
acabou-se o mundo...


posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 2:36 PM - Hã?


Quinta-feira, Julho 27, 2006

   
Deu no site da UFV

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:40 PM - Hã?


 


Hoje, o silêncio...

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:36 PM - Hã?


Quarta-feira, Julho 26, 2006

   


"O Tempo Destrói Tudo!"
Irreversivel (filme.)

ouvindo: The Hours - Philip Glass

posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 10:08 PM - Hã?


 
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